6 comentários em “”V” de vitória…para o diabo – Sir Winston Churchill e outros sacerdotes druidas e Servos Illuminati

  1. Sem mais, não venho por meio desses comentários, revogar sua verdade, mas mostrar aos interessados que ela é relativa, e dessa forma transmitir outros pontos de vista que podem nos levar ao conhecimento.

    Posso estar errado, afinal a verdade não é absoluta, ou é !

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  2. Em relação ao número 6, além de ser o símbolo que representa uma unidade somada a outra 6 x, dentro deste contexto que estamos abordando, ele “pode ” ter um significado cientifico.

    Segue um link, com um vídeo. Não quer dizer que seja verdade o que está no vídeo, mas apenas para vermos de um ângulo diferente.

    Para chegarmos a uma conclusão é necessário estudar tese e anti-tese.

    A doutrina dos contrários

    A doutrina da unidade dos contrários é talvez o aspecto mais original do pensamento filosófico de Heráclito. A lei secreta do mundo reside na relação de interdependência entre dois conceitos opostos, em luta permanente; mas, ao mesmo tempo, um não pode existir sem o outro. Nada existiria se não existisse, ao mesmo tempo, o seu oposto. Assim, por exemplo, uma subida pode ser pensada como uma descida por quem está na parte de cima. Entre os contrários se cria uma espécie de luta constitutiva do logos indiviso.

    Nessa dualidade, que na superfície é uma guerra (polemos), mas no fundo é harmonia entre os contrários, Heráclito viu aquilo que definia como o logos, a lei universal da Natureza.

    E é a própria doutrina dos contrários que faz de Heráclito o fundador de uma lógica “antidialética”, fundada na lei estética do Devir da realidade. Antidialética porque tese e antítese (ser e não ser) são uma síntese contraditória e permanente na realidade, que só assim pode vir a ser, através dos seus dois aspectos existenciais (“no mesmo rio, entramos e não entramos”; “somos e não somos”); oposta à lógica aristotélica porque oposta ao seu princípio da não-contradição e do terceiro excluído.

    A teoria de Heráclito é alternativa à ontologia de Parmênides, o filósofo da unidade e da identidade do Ser, que ensina que é a contínua mudança a principal característica do não ser .

    A partir de seus pressupostos – panta rei e a guerra entre os contrários -, Heráclito definiu uma arché, um princípio que está em todas as coisas desde a sua origem: o fogo. Para ele, “todas as coisas são uma troca do fogo, e o fogo, uma troca de todas as coisas, assim como o ouro é uma troca de todas as mercadorias e todas as mercadorias são uma troca do ouro”; ou seja, todas as coisas transformam-se em fogo, e o fogo transforma-se em todas as coisas.

    É o primeiro pensador a discutir questões relativas ao Ser, e a partir do seu poema intitulado Sobre a Natureza, ele nos traz as possibilidades de conhecê-lo, tendo em relação a ele um conhecimento verdadeiro e universal, e para chegarmos a este conhecimento, torna-se necessário o desvencilhamento dos sentidos, pois o verdadeiro não pode ser percebido pelo nosso campo sensorial e sim pensado, inteligido por nossa razão.

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  3. Em relação a cabala, ela não é de origem judaica, pois a origem da palavra judaica se refere a 1 das 12 tribos de Israel, tribo de Juda.

    A própria origem das escritas (símbolos) hebreus e sânscrito, tem possivelmente origem astrológica, ou seja, através das observações das estrelas e unindo(ligando,traçando) certos pontos entre as estrelas, “pode” ter dado origem a esse alfabeto (é um assunto bem complexo, mas muito interessante).

    Sendo assim, os Judeus atuais e antigos, estudam as escrituras sagradas de 2 formas, literal e mística.

    Mística no sentido que cada letra no alfabeto hebraico possui um valor numérico, o que torna a interpretação das escrituras totalmente diferente da forma literal, isso envolve matemática, química, física e outras ciências que possivelmente nossa mente vulgar nem tenha conhecimento.

    Vulgar, pois os estudos aprofundados, do ocultismo(não no sentido maléfico, mas no sentido daquilo que não foi revelado aos não merecedores).

    Merecedores, pois certas revelações, só acontecem à aqueles, que são dedicados ao conhecimento sagrado, e é necessária extrema reclusão e auto-conhecimento, para adentrar nos primeiros degraus de uma escadaria sem fim…

    O fato é que muitos tomam, símbolos e conhecimentos, e colocam nomes, como fizeram os nazista com a suástica, com um único objetivo: Agregar valor ao seu próprio objetivo…

    E nem sabem exatamente, como foi criado e com quais finalidade, a milhões de anos arás…

    Veja não falei milhares, falei milhões…

    Nem todo Kabalista é Judeu ! Até por que nem muitos dos próprios judeus, sabem o real significado das escrituras… Que a história atribuiu a eles, mas que a história também, nos mostra que esse conhecimento vem muito, muito, muito ,muito 1milhão de vezes muito, antes de existir a palavra Judeu.

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  4. Assim: 1º Lugar quando se tem uma crença em algo e quiser arrumar argumentos para dar vida a ela você vai conseguir, toda verdade pode ser construída e desconstruída !

    2º Toda simbologia é constituída sobre 2 pilares: Sintaxe e Semântica, ou seja, seu símbolo, sua escrita sua gramática e seu significado.

    3º O efeito Universal que qualquer manifestação simbólica causará está condicionado ao ato de quem o proferiu e quem o está interpretando, ou seja, a intenção ou aquilo que se acredita tem um peso essencial na manifestação Universal. Os Hippies, faziam esse sinal, e foi proliferado como Paz e Amor, e realmente transmitiu paz e amor a muitas pessoas.

    Ao interpretarmos qualquer coisa em nossas vidas, não podemos deixar de levar em conta que, as faculdades que nos permite interpretar os estímulos internos e externos são formadas pelas experiências peculiares a cada individuo.

    Por exemplo nesse post Baphomet é retratado como Deus da Magia Negra, mas segue uma outra interpretação de Eliphas LEvi (já sei satanista, e os caraios, mas veja a interpretação dele):

    Eliphas Levi classifica a imagem de Baphomet como a figura panteística e mágica do absoluto.

    O facho representa a inteligência equilibrante do ternário.

    A cabeça de bode, reunindo caracteres de cão, touro e burro, representa a responsabilidade apenas da matéria e a expiação corporal dos pecados.

    As mãos humanas mostram a santidade do trabalho e fazem o sinal da iniciação esotérica a indicar o antigo aforismo de Hermes Trismegisto (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia): “o que está em cima é igual ao que está embaixo”.

    O sinal com as mãos também vem a recomendar aos iniciados nas artes ocultas os mistérios.

    Pode também ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que “ligou o Céu e a Terra”, tema recorrente na literatura esotérica.

    Os crescentes lunares presentes na figura indicam as relações entre o bem e o mal, da misericórdia e da justiça.

    Possuindo seios, o bode representa o papel de trazer à Humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, os quais são signos redentores.

    O pênis é metaforicamente representado por um Caduceu. No budismo tantrico este é o símbolo de ascensão da energia da deusa Kundalini. Em forma de serpente ela está enrolada e oculta na base da coluna de todo ser humano. Ao atingir a plenitude desta força, o ser alcança o êxtase da iluminação (o nirvana). Este tipo de simbologia aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação.

    Na frente e embaixo do facho encontra-se o signo do microcosmo a representar simbolicamente a inteligência humana.

    Colocado abaixo do facho o símbolo faz da chama dele uma imagem da revelação divina. *
    Baphomet deve estar assentado ou em um cubo e tendo como estrado uma bola apenas ou uma bola e um escabelo triangular.

    Ou seja a verdade é relativa, ninguém está apto a afirmar os reais significados de símbolos de um modo geral, o único a dar o real significado é a “intenção de quem o profere”, esse sabe exatamente o que passava em seu próprio pensamento no momento que fez qualquer sinal.

    É claro que existem, seitas e grupos, que padronizaram seus sinais, mas esse padrão só é válido dentro de seu próprio grupo e por aqueles que se deixam influenciar atribuindo-lhes poderes.

    E no fim só um merece toda a glória, o eterno, onipotente, onipresente e onisciente.

    Só para dar uma apimentada no seu enredo, os Nazistas eram ocultistas(cheios de símbolos e tal), em contra partida, Churchill, teria procurado o ocultista britânico “Aliester Crowler”, para desenvolver através de seus conhecimentos, um contra peso ao ocultismo Nazista.

    Sendo assim o “V” de vitória, significou “vitória” mesmo pois os aliados venceram, ou seja o “V”, venceu a suástica “oriental” transformada e adotada pelos nazistas.

    E assim vai, posso colocar isso como uma verdade, mas também posso desconstruí-la.

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